MARCO ANTÔNIO VIEIRA RIBEIRO

Estudante do Curso Tecnológico de Gestão Ambiental da Universidade do
Distrito Federal (UnDF), atua em projeto de pesquisa voltado à análise da sucessão microbiológica aplicada à avaliação de compostagem biodinâmica e integra projeto de extensão em Cartografia Participativa no Assentamento Canaã. Desde 2023, desenvolve interesse e prática em fotografia analógica de forma amadora, especialmente no registro de viagens e quando a natureza é o objeto principal.

Os registros foram feitos em um dia de lazer na trilha e cachoeira do Parque
Distrital Salto do Tororó. Esses foram tirados no início de outubro de 2024 que foi o período final da maior seca registrada no Distrito Federal, ao todo 167 dias sem chuva. Logo, o conjunto fotográfico da obra retrata a paisagem de um Cerrado não só no auge de uma seca extrema, mas também de um ano com números alarmantes de focos de incêndios e áreas queimadas. Portanto, as fotografias refletem o Bioma, conhecido por ser adaptado ao fogo, ao receber queimadas com uma intensidade que ultrapassa o limite da sua adaptação, em sua maioria criminosas. Apesar disso, é visível que o Cerrado continua a germinar e a água continua a jorrar no berço das águas. Resiliência.

Audiodescrição das Obras.

01 – Cinzas

📍Localização – Parque Distrital Salto do Tororó

02 – Senso Incomum

📍Localização – Parque Distrital Salto do Tororó

03 – Galhos Retorcidos

📍Localização – Parque Distrital Salto do Tororó

04 – Cachu

📍Localização – Parque Distrital Salto do Tororó