ELIZABETE MORAIS
Bety Morais é fotógrafa amadora e artista visual residente no Distrito Federal. Sua produção artística investiga a relação entre natureza, memória e experiência sensível da paisagem. Através da fotografia, busca registrar instantes de contemplação e silêncio presentes nos espaços naturais, destacando a beleza dos detalhes cotidianos. Seu trabalho se desenvolve a partir da observação do ambiente e da conexão entre ser humano e natureza. Em suas imagens, valoriza elementos como luz, textura e movimento da paisagem. Suas fotografias exploram a dimensão poética dos parques e áreas naturais do Distrito Federal, propondo uma experiência visual de pausa e reflexão.
Esta obra nasceu da minha vivência cotidiana no Parque Ecológico do Paranoá, um espaço onde a natureza se revela em detalhes simples e silenciosos, mas que também carrega a memória de antigos moradores da região do Paranoá. O vento nas folhas, o reflexo da luz na água e a tranquilidade do ambiente despertaram em mim o desejo de registrar esses instantes. Busquei captar imagens que revelassem a força poética da paisagem e a relação íntima entre o ser humano e o ambiente natural. Gostaria que o público, ao observar estas
fotografias, pudesse percorrer visualmente os caminhos do tempo presentes na paisagem. Cada imagem convida a uma pausa e a uma leitura sensível do espaço natural. A obra propõe um olhar atento para aquilo que muitas vezes passa despercebido no cotidiano, valorizando a beleza e a complexidade dos ambientes naturais.
As fotografias registram elementos naturais da paisagem do Parque Ecológico do Paranoá, incluindo vegetação nativa, caminhos naturais e estruturas orgânicas formadas pela própria natureza, com destaque para a paineira-branca (Ceiba glaziovii). Não há presença de pessoas fotografadas

Audiodescrição das Obras.
01 – A narrativa do tempo

📍Localização – Parque Ecológico do Paranoá – DF
02 – Caminho da resiliência

📍Localização – Parque Ecológico do Paranoá – DF
03 – Arquitetura ancestral

📍Localização – Parque Ecológico do Paranoá – DF
04 – O acesso ao infinito

